<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367</id><updated>2011-07-07T15:53:10.810-07:00</updated><title type='text'>Férias!</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-1194771014833568068</id><published>2011-01-30T14:52:00.001-08:00</published><updated>2011-03-26T17:32:33.323-07:00</updated><title type='text'>Mais algumas diferenças culturais</title><content type='html'>- Na Índia, para proteção, os bebês são pintados com kajal (com uma pinta preta, às vezes contornam as sobrancelhas ou outros) contra o “mal-olhado”. &lt;br /&gt;- Comprei um pullover feito na Índia: na etiqueta vem escrita a instrução “Wash when dirty” (agora ninguém explica o que é considerado "dirty" a eles).&lt;br /&gt;- As mulheres casadas usam um ponto vermelho no centro da testa. Já os homens não tem como ser identificados se solteiros ou casados.&lt;br /&gt;- É proibido ao médico divulgar o sexo do bebê na Índia: ter um menino ainda é importante para as famílias mais tradicionais e criaram a lei para evitar o aborto. Se um casal quiser saber o sexo de seu filho terá que ir a Abu Dabi.&lt;br /&gt;- Nas poucas chances de andar em meio ao povo, por ser ocidental e diferente, as pessoas ficam tirando fotos, filmando e, não muito agradavelmente, me tocam como se fosse para “experimentar”!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-1194771014833568068?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/1194771014833568068/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/mais-algumas-diferencas-culturais.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/1194771014833568068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/1194771014833568068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/mais-algumas-diferencas-culturais.html' title='Mais algumas diferenças culturais'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-5359097223530322009</id><published>2011-01-30T14:46:00.001-08:00</published><updated>2011-03-26T17:39:48.301-07:00</updated><title type='text'>Delhi – 27/jan</title><content type='html'>Último dia na incrível e contrastante Índia. Nova Delhi ou Delhi é a capital e também mais cosmopolita cidade pela qual passei nesta viagem. Ruas largas e arborizadas, uma constante névoa cobrindo a cidade durante o inverno não disfarçava a poluição. A miséria explícita e a sujeira não mais chocam, já fazem parte das expectativas do turista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após algumas confusões do agente local, finalmente consegui encontrar o guia, um rapaz bem jovem que me acompanhou durante todo o dia em Delhi. Não consegui entrar no lugar onde o Gandhi foi cremado nem caminhar pelos ministérios devido às comemorações da República e preparações para outro feriado próximo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitei uma mesquita indiana, esta diferente das muçulmanas que havia visto em outros países. O “tomador de conta” no estacionamento de sapatos estava presente para assessorar os visitantes e assim ganhar suas Rúpias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após visitar a fortaleza vermelha (Red Fort), fui ao Qutb Minar – monumento famoso com uma torre e minareto de mais de 800 anos erguido pelo primeiro sultão de Delhi.  Passei também pelo Lodhi Gardens, onde encontrei algumas tumbas que mais pareciam templos. Dei uma volta ao redor do Índia Gate, um arco construído em memória aos soldados indianos mortos na Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À tarde fui ao Connaught Place, um “hub” colonial de lojas e restaurantes, onde almocei no elegante United  House (ou seria Coffee House?). Mais uma ótima indicação do  meu amigo Sameer. Lá mesmo estava o Cottage Emporium, uma loja de artigos “oficiais” do Governo, a preços fixos e bem convidativos, além de uma variedade imensa de itens. Infelizmente, já tinha comprado praticamente tudo de que “precisava” e só vale registrar a dica de que nesta loja há de tudo, se resistir, não compre nada em nenhum outro lugar do norte da Índia e reserve tempo para vir sem o seu guia (eles ganham comissões em todas as lojas que nos levam, exceto as do Governo, por isto não querem nos levar nelas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o tour, tive a oportunidade de conversar com o guia e perguntar sobre seus costumes. Ele me disse ser da casta dos Brâmanes, ainda não ser casado e nunca ter namorado. Ele pensa em breve em colocar um anúncio no jornal para encontrar sua futura mulher, pois na faculdade ou escola não havia ninguém da sua casta que lhe tivesse interessado e, dado que sua família é muito tradicional, ele só irá casar com outro Brâmane. Perguntei a ele se caso encontrasse uma menina interessante que não fosse da sua casta, se ele se casaria com ela – a resposta foi um “claro que não, não pretendo dar ‘upgrade’ de casta para ninguém” – disse ele. De igual maneira, ele disse que não se senta à mesa com pessoas de castas inferiores, muito menos os “intocáveis”, a casta dos Sudras, os quais ele nem chega perto. Perguntei como consideravam estrangeiros, no caso os turistas são considerados da casta alta - deve ser verdade pois eu o convidei para almoçar e ele sentou-se na mesa comigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo reserva algumas vagas para castas baixas no congresso, mas ainda levará muitas décadas até que haja uma mudança na cultura e em todo o sistema de castas. Na IBM Índia é proibido mencionar castas ou discriminar alguém por isto, segundo me informaram, mas a verdade na rua não é esta, como cito aqui o exemplo do meu guia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-5359097223530322009?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/5359097223530322009/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/delhi-27jan.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/5359097223530322009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/5359097223530322009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/delhi-27jan.html' title='Delhi – 27/jan'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-650805736058522483</id><published>2011-01-26T10:00:00.001-08:00</published><updated>2011-01-26T10:00:21.113-08:00</updated><title type='text'>Casamento à indiana</title><content type='html'>Estou num hotel que se diz quatro estrelas em Delhi (talvez com esforço considerando que o staff é atenciosíssimo daria três) e hoje de manhã liguei para o agente de turismo pedindo para mudar de hotel. A água quente não durou mais de um minuto na noite anterior e fiquei tremendo na cama por meia hora depois do banho gelado. O quarto é bem sujo, o lençol rasgado... enfim, um padrão muito diferente do nosso. O resultado disto foi que um minuto após minha ligação apareceu o gerente acompanhado de mais duas pessoas na porta do meu quarto para entender o que havia. Expliquei o problema no aquecedor e mostrei a sujeira. Deu até dó... eles são tão tão tão atenciosos que fiquei até com vergonha de reclamar – mas a verdade é que para o padrão deles isso aqui é um luxo. Difícil explicar! Acabei ficando no hotel...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tudo tem um lado positivo. Agora à noite vi o hotel sendo enfeitado e disseram que teria um casamento. Convidaram-me para participar do evento e não consegui negar, estava louca para ver! Não tem nada de triunfal ou organizado, as mulheres estavam vestidas na maioria com lindos sáris. De repente começa a tocar uma música bem alta, os homens vão para a pista de dança, enquanto que no “altar” a família da noiva troca presentes (sáris) com a família do noivo. E o noivo fica sentado com cara de tédio assistindo a tudo. A noiva entra, algumas pessoas cumprimentam, outras estão sentadas, é tudo muito “normal” e bagunçado. De repente, as mulheres começam a subir no altar e entregar doces e cestas de frutas – e a noiva tem que dar mordidinha em tudo, coitada! Depois é a vez dos homens. Enquanto isso, a molecada dança na pista e a comida está sendo servida. A cerimônia de troca de alianças é feita e no meio disto anunciam que o jantar está sendo servido no salão ao lado. Metade dos convidados sai do salão e os noivos tiram fotos com os convidados. Nenhum deles demonstra estar nem extremamente feliz, muito menos apaixonado. Normalmente os casamentos são acertados muito rapidamente e os noivos mal se conhecem, então isso me pareceu muito natural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indianos são realmente muito acolhedores e simpáticos, o dono do hotel era parente da noiva e queria que eu ficasse para jantar com eles de qualquer jeito. Eu agradeci imensamente, mas já satisfeita com a experiência, sai à francesa. Bom, adorei. Agora vou tentar tomar um banho quente e tapar os ouvidos, porque a música alta está rolando...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-650805736058522483?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/650805736058522483/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/casamento-indiana.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/650805736058522483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/650805736058522483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/casamento-indiana.html' title='Casamento à indiana'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-3568037654835628419</id><published>2011-01-26T06:25:00.001-08:00</published><updated>2011-01-26T06:25:42.029-08:00</updated><title type='text'>Delhi – 25 e 26/jan</title><content type='html'>Banne Singh, o motorista, e eu partimos umas 8h30 de Jaipur para a grande cidade de Delhi. Quase sete horas entre carros puxados por camelos, “rickshaws” (uma típica charrete puxada por uma bicicleta), “Autos” (Tuc-Tuc), carros, caminhões, macacos, porcos, vacas, ovelhas e até elefantes numa desorientada direção para rodar pouco mais de 250 km de distância entre Jaipur e Delhi e finalmente chegar ao hotel Clarks Inn – por sinal uma porcaria! Um típico tráfego nos aguardava, mas desta vez entre ruas largas, arborizadas, numa cidade de personalidade cosmopolita com seus mais de quinze milhões de habitantes e a tradicional poluição e névoa do inverno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomo um rickshaw para o shopping center que fica a poucos metros do hotel para almoçar no Mc Donalds – a salvação dos viajantes! Comi um Mc Veggie (sem alface ou maionese, claro), não era apimentado e se não fosse o coentro, estaria delicioso! À tarde saí para o Khan Market – um local bem arrumadinho com lojas de bons artigos e preços mais que atrativos com a liquidação de inverno que está acontecendo aqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha programado um tour no dia 26 de janeiro, mas descobri que nesta data comemora-se a República na Índia e acabei fazendo um programa muito especial. O Sameer e sua gentil esposa me convidaram para tomar um “brunch” na casa deles – comi comida indiana de verdade! Após o brunch, fui a uma área onde se encontram pelo menos cinco shopping centers – sendo o destino de todos os indianos neste feriado, o tráfego era de horrorizar. Todos os estacionamentos lotados e pelo menos uma hora para avançar poucos metros. Consegui passear e encontrar alguns souvenires para os amigos. Retornei ao hotel e as ruas que tinham sido bloqueadas, especialmente preparadas parada, já estavam liberadas. Amanhã faço o último programa para conhecer a Delhi nova e antiga. Aguardem novidades!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-3568037654835628419?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/3568037654835628419/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/delhi-25-e-26jan.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/3568037654835628419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/3568037654835628419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/delhi-25-e-26jan.html' title='Delhi – 25 e 26/jan'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-901690296323260177</id><published>2011-01-25T09:03:00.001-08:00</published><updated>2011-01-25T09:03:31.582-08:00</updated><title type='text'>Jaipur – 24/jan</title><content type='html'>Hoje foi o dia do tour em Jaipur, conhecida também como Pink City devido ao fato de ter sido toda pintada de rosa na ocasião da visita de um rei. Capital do Rajasthan, esta grande cidade de cinco milhões de habitantes é também bastante poluída e possui diversos templos escondidos pela cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente visitei o exótico Amber Fort, um exótico palácio ao qual cheguei transportada por um pobre elefante todo decorado com pinturas coloridas. Com várias passagens labirínticas, o palácio possui inúmeras escadas que fingem ser entradas de aposentos e dão em muros, corredores que chegam a lugar nenhum e passagens com várias portas que serviam para confundir os inimigos – e não raramente os turistas se perdem lá dentro. O palácio possui influência muçulmana e é todo simétrico, bem como o Taj Mahal. Uma ala decorada com espelhos belgas brilha e encanta, enquanto que ao lado oposto do pátio paredes decoradas com relevos e pinturas de altíssima delicadeza e perfeição competem em beleza e harmonia. O jardim tem um desenho igual ao das paredes, revelando a simetria das formas. A paisagem montanhosa é cortada por uma grande muralha – o guia brinca que é a da China. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retorno à Jaipur antiga, onde pude visitar no City Palace  o Hawa Majal – uma construção que imita um palácio do lado de fora, mas na verdade é um muro pink com vários “furos” de onde as rainhas e o rei podiam contemplar as procissões da rua sem serem vistos pela multidão. Depois tive a oportunidade de visitar esse “muro” por dentro, subi várias rampas e tive a visão do rei. Impressionante como esse exótico lugar é caprichosamente decorado e possuía lugares para crianças pequenas, crianças maiores, para a rainha e para o rei, cada um com buracos em meio a vidros coloridos e paredes furadinhas com perfeita visão da rua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não menos interessante foi conhecer o Jantar Mantar, o maior observatório astronômico feito ao ar livre em 1728 pelo Maharaja Jai Singh, conhecido como ¼ - a explicação é que ele fez a cidade ampliar ¼ e era também muito inteligente. Encontramos neste palácio e no Amber duas bandeiras: uma pequena em cima da outra representando o ¼ que ele construiu. O observatório possui um gigante relógio de sol, enormes calculadoras da posição dos planetas e graciosas esculturas representando os signos solares, mas tudo com propósito astronômico e contemplativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final da tarde fui ao templo Birla, dizem ser uma das maiores atrações de Jaipur. O mármore branco iluminado o torna ainda mais radiante à noite, quando tive a oportunidade de contemplá-lo também. O templo foi construído em 1988 e é dedicado aos deuses Vishnu (preservador) e a Lakshimi (fortuna). Depois disto, e acompanhada do paciente motorista, fui a uma das lojas do governo para comprar alguns presentinhos a “preço fixo”. Confirmei que fui extorquida em Agra... Amanhã parto cedo para uma longa viagem a Delhi, meu último destino aqui na Índia. Namastê!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-901690296323260177?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/901690296323260177/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/jaipur-24jan.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/901690296323260177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/901690296323260177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/jaipur-24jan.html' title='Jaipur – 24/jan'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-6425114864555005786</id><published>2011-01-23T09:27:00.001-08:00</published><updated>2011-01-23T09:27:57.896-08:00</updated><title type='text'>Índia - Curiosidades</title><content type='html'>- O povo indiano é surpreendentemente solícito, amigável, sempre pronto para servir.&lt;br /&gt;- Balançar a cabeça para um lado (ou de um lado para outro – orelha em direção ao ombro) quer dizer “sim” ou “ok” ou “vamos” – muito esquisito!&lt;br /&gt;- Comi uma bolacha doce com orégano – simplesmente horrível!&lt;br /&gt;- Até o chocolate Lindt tem uma versão com pimenta vendida no aeroporto de Delhi!&lt;br /&gt;- A buzina é utilizada o tempo todo, os indianos não se insultam e raramente gesticulam para “xingar” o outro motorista, usam mesmo é a buzina como seta, cuidado -  vou entrar!,  já entrei!, saí daí vaca!, xô camelo!, pedestre sai da frente! e outros sinais de trânsito. Não tem faixa nas ruas, a teoria do caos aqui é plenamente aplicável – e não é que eles encontram uma “organização” em tudo isto? Pelo menos não vi nenhum acidente, mas quase vi milhares! Passeio definitivamente “com emoção”!&lt;br /&gt;- Urinar nos muros, bem como defecar em qualquer lugar é normal, mas tem que respeitar os sinais “Do not urinate here”.&lt;br /&gt;- Triste, mas o povo cheira a fezes... papel higiênico aqui é artigo de luxo, eles não usam. Aliás, higiene aqui é algo não cultivado / admirado / aplicado.&lt;br /&gt;- falando em higiene, o indiano come com a mão. Na saída do templo de Krishna estavam servindo um tipo de arroz doce – as pessoas pegam e se servem com as mãos aquele creme, sem nem pensar em lavar as mãos imundas. Quanta resistência a bactérias e tudo o mais que esse povo tem!&lt;br /&gt;- Água somente a mineral vendida no hotel. E olhe lá! Suco, gelo, saladas, nem pensar!&lt;br /&gt;- Arrotar é algo normal para os indianos. O motorista arrota o tempo todo – tenho vontade de falar “seu porco!!!”. &lt;br /&gt;- Trouxeram camelos do deserto para puxar carroça aqui na região de Agra e Jaipur. Coitados...&lt;br /&gt;- Todos caminhões tem a frase “blow horn” (toque a buzina) no pára-choque.&lt;br /&gt;- É comum procurar marido / esposa pelo jornal. Os candidatos publicam seu currículo e esperam pelo contato do seu par. Trocam fotos e podem marcar uma reunião – com a presença de toda família, claro – para se conhecerem. Se acharem que tem a ver, podem já dizer sim e marcar o casamento. O Sameer, meu colega, acabou conhecendo a esposa através de um parente que a apresentou. Disse que teve dois encontros com as famílias presentes, ambos aceitaram casar-se e, depois de uma semana de namoro, casaram-se. O casamento aqui é como apostar em um jogo... só que divórcio não é aceito, portanto, se perder, dançou...&lt;br /&gt;- Vestir branco é sinal de luto, o preto de protesto (político). As noivas usam vestidos vermelhos, lindíssimos.&lt;br /&gt;- O vinho tinto é simplesmente “intomável”, tem gosto de sal (enólogos, ajudem-me!). Anote a marca* para nunca querer ter idéia de comprar: Satori (uva Merlot).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Peço ao Log que me perdoe, pois já me explicou que vinho não tem marca, tem safra e outras denominações mais chiques que desconheço. Só sei dizer se gosto ou não!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-6425114864555005786?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/6425114864555005786/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/india-curiosidades.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/6425114864555005786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/6425114864555005786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/india-curiosidades.html' title='Índia - Curiosidades'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-1374344481902089485</id><published>2011-01-23T09:26:00.002-08:00</published><updated>2011-01-23T09:27:20.298-08:00</updated><title type='text'>Índia, Agra – Taj Mahal e Fatehpur Sikri – 23/jan</title><content type='html'>Sete horas da manhã. Já nem sei o que significa dormir bem, mas estava tão animada para ver uma das maravilhas do mundo ao sair o sol que mal senti o cansaço. Agra no inverno tem muita névoa, proporcionando um ar de magia adicional ao Taj Mahal. Driblando vendedores de tudo quanto é tralha e motoristas de triciclos oferecendo-se insistentemente para ganhar a “corrida”, consegui caminhar um quilômetro com o guia para chegar ao grande monumento. O pátio que antecede o Taj é um lindo jardim com arcos de pedras avermelhadas e uma entrada suntuosa anuncia o esplendor do lindo mausoléu, construído em homenagem à esposa preferida de Shah Jahan, morta em 1631 (essa parece ser a versão romântica mais contada por aqui, ouvi falar que há outras). Acho que tirei umas cem fotos de todos os ângulos possíveis, ao despontar o sol, as cores do Taj mudam, as pedras pretas brilham como diamantes e cada movimento do sol o torna mais fascinante. Fiquei sem fôlego e cheguei a emocionar-me com tanta austeridade e beleza, de longe, o mármore branco impõe sua presença, de perto, os relevos trabalhados no mármore e os mosaicos de flores feitas com pedras preciosas conferem uma delicadeza e nobreza indescritíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sob o efeito daquela maravilha, fui levada a uma loja de artigos feitos de mármore talhado com tudo que se pode imaginar a preços exorbitantes. Acabei saindo de lá carregando uma pequena réplica do Taj Mahal e ainda “ganhei” uma caixinha do vendedor da loja, que baixou o preço para mais da metade (e ainda acho que paguei uma fortuna – turista deveria ter uma união internacional para ser protegido destes abusos) porque, de acordo com o vendedor, eu fui a primeira - sic. e linda - cliente do dia. E ainda teve a cara-de-pau de despedir-se dizendo “bye girlfriend”! Tendo um tipo incomum para o oriente, acabo sendo alvo de assédios e da gente do povo que vem pedir para tirar fotos comigo. Desta vez, aproveitei e também pedi para tirar fotos com eles com suas vestimentas coloridas e tão diferentes das nossas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, segui a Fathepur Sikri e um novo guia – deste não gostei nada – me acompanhou no local. Atravessando um mar de ambulantes (já estou aprendendo a andar reto, não olhar na cara e só dizer NO), deixei meu tênis com um “tomador de conta” entre os milhares de pares e entrei na antiga cidade dos Mughals, construída em 1571. Dizem que foi construída para homenagear a única esposa que deu um filho ao rei Akbar. Ele era casado com uma hindu, uma cristã e outra muçulmana, em todos os lugares encontramos alguma decoração que lembra as três religiões. Já no alto de um morro tem o palácio, onde se encontra uma mesquita e o mausoléu Jama Masjid do santo sufi para o qual o rei pediu ajuda para ter filhos e foi abençoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo dali, o guia que estava bem apressado, acabou me deixando “à vontade” para fazer compras na loja de seu amigo – claro que para ganhar sua comissão. Os preços também eram exorbitantes, mas acabei negociando duas pecinhas por um quarto do preço e achei que estava razoável. Ledo engano. Ainda vi depois os mesmos artigos pela metade... estou me sentindo a própria toupeira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais longas horas de viagem, almoço às 15h30 na estrada em um “motel” aonde vão todos turistas. Mesmo morrendo de fome, só consegui pedir uma tostada de queijo e ainda achei bem cara para os padrões, mas foi a única opção de restaurante desde que tinha saído de Agra. Mais uma lojinha lá dentro, preços bem mais em conta, mas ainda assim exploradores. Mais duas horas e finalmente chego a Jaipur, uma cidade grande, como todas caótica, com camelos, carros, motos, tuc-tucs, vacas, pedestres, ônibus, caminhões, todos surgindo de qualquer direção e buzinando sem parar. Coisa de maluco mesmo! Cheguei ao hotel (ganhei um upgrade para um cinco estrelas) e como a rede não está funcionando, vim adiantar o tema do meu blog de férias e vou aproveitar para descansar mais cedo hoje. Amanhã tem mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-1374344481902089485?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/1374344481902089485/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/india-agra-taj-mahal-e-fatehpur-sikri.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/1374344481902089485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/1374344481902089485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/india-agra-taj-mahal-e-fatehpur-sikri.html' title='Índia, Agra – Taj Mahal e Fatehpur Sikri – 23/jan'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-8170463853950857380</id><published>2011-01-23T09:26:00.001-08:00</published><updated>2011-01-23T09:26:42.886-08:00</updated><title type='text'>Índia, Agra – 22/jan</title><content type='html'>Outra noite sem dormir... “acordei” às três horas para ir ao aeroporto e embarcar para Agra, com conexão de cinco horas em Delhi. Já era quase o final da tarde e fui visitar o espetacular forte de Agra. Paredes de mármore talhadas e mármore trabalhado com cores e pedras semi-preciosas, fora a vista para o Taj Mahal - amanhã cedíssimo saio para visitar essa maravilha do mundo, que privilégio! Pifei... vou dormir!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-8170463853950857380?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/8170463853950857380/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/india-agra-22jan.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/8170463853950857380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/8170463853950857380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/india-agra-22jan.html' title='Índia, Agra – 22/jan'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-3171827483097692361</id><published>2011-01-23T09:25:00.000-08:00</published><updated>2011-01-23T09:26:08.573-08:00</updated><title type='text'>Índia, Bangalore – 16 a 21/jan/11</title><content type='html'>Cheguei a Bagalore numa agradável madrugada de janeiro após uma longa e cansativa viagem. Já passavam de quatro horas da madrugada quando finalmente consegui ir descansar no luxuoso hotel ITC Gardênia, um lugar feito para estrangeiros, que “pensa” como um, que geralmente vem a negócios para esta cidade, e tem absolutamente tudo preparado para nos receber. No quarto não faltava nada, o serviço era esplêndido, várias opções de comida internacional - de verdade (sem o gosto local dos muitos condimentos e pimentas)! Tudo muito cuidado, limpo e um staff treinadíssimo, geralmente não era preciso nem pedir porque eles parecem adivinhar as nossas necessidades e se antecipam em atender-nos. Happy hours diários eram oferecidos aos hóspedes entre 17 e 19h com open bar e petiscos à vontade. Fantástico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia contatado um colega que participou comigo de um programa de voluntariado corporativo durante outubro de 2009 nas Filipinas, pois ele mora em Bangalore e seria uma chance de revê-lo. O Sunil muito gentilmente se ofereceu como meu anfitrião no domingo, sendo assim, logo cedo e após curtas horas de descanso, o Sunil e sua simpática esposa Smitha passam no hotel e me levaram para conhecer a cidade, passando pelo palácio do Governo de Karnakale, o charmoso palácio de Bangalore, os templos de Shiva e Krishna. Almoçamos num restaurante vegetariano local, comi um arroz com iogurte e legumes fritos, cheios de pimenta e especiarias. A Coca-Cola me salvou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a semana, reuniões e mais reuniões. Foram excelentes, produtivas e o melhor mesmo foi conhecer meus “peers” da Coréia, América Latina, Austrália, China, Índia e Europa do Leste. Tivemos tempo e oportunidades para conversar, trocar idéias, conhecer um pouco mais das realidades de cada um, compartilhar os desafios comuns e aprender muito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos para fazer compras à noite, a maioria dos meus colegas estrangeiros nem tinha posto os pés fora do hotel. Com a ajuda do Sameer, um gentil indiano de Delhi, sentamos quatro em um “Auto” (Tuc Tuc) e bem espremidos fomos a uma rua comercial. Lojas de marcas estrangeiras em liquidação com ótimos preços e uma loja de artigos locais do Governo foram invadidas por nós – na volta tivermos que pegar dois Autos para poder levar as 20 sacolas da Laura. Fomos também a um shopping – do qual a australiana levou mais dois edredons e fez mais compras. No último dia resolvemos não resistimos e passamos na Commercial Street. Neste dia tivemos que nos virar e pegar o Tuc Tuc sozinhas, pois o Sameer já estava a caminho de Delhi. Vi uma loja de noivas, não resisiti e entrei para ver os lindos vestidos bordados – custo médio de 30 mil Rupias (para nós aprox. R$1.200,00, barato frente ao trabalho e todo o bordado. Acabei comprando um vestido de convidada que ainda não sei se vou usar em algum casamento ou carnaval rsrs.... pelo que paguei valerá a pena tê-lo no armário para alguma ocasião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retorno ao hotel foi mais longo. Tentamos pegar um Tuc Tuc, mas assim que o motorista ofereceu não cobrar a corrida para parar numa loja, descemos do carro. O outro queria cobrar o dobro do que tínhamos pagado na ida. Achamos então um guarda e pedimos sua ajuda. Ele parou um Auto, explicou aonde iríamos, negociou o preço e nos colocou dentro. Achei o caminho meio estranho e tive a impressão de que estávamos indo em lado oposto, não reconhecia nada em volta – senso de direção correto. Achei que ele estava dando uma volta para chegar por outro lado no hotel, mas na verdade o motorista estava mesmo indo para o lugar errado! ITC também é uma grande empresa cheia de prédios. Depois de 30 minutos, resolvi questionar onde ele estava indo e que caminho era aquele. Dei-lhe o endereço do hotel e então percebemos que ele nem ler sabia. Fiquei meio estressada, pois estávamos no meio do nada com coisa nenhuma e como iria chamar um taxi do hotel se não tinha noção de como chegávamos lá? Disse para ele seguir no caminho e nos deixar onde ele entendeu que iríamos pensando em chamar um taxi. Chegamos ao que parecia o “headquarters” do ITC, ali perguntamos ao guarda como chegar ao hotel e depois de mais 30 minutos de muita poluição, tráfego, buzinas (aqui só dirigem com a mão nela) entre vacas, pedestres, motos e até dois camelos passantes, chegamos finalmente ao paradisíaco ITC Gardênia. Sãs, salvas e imundas! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos jantar, teríamos pouco tempo para tomar um banho, descansar e partir. Sentamos à mesa e um funcionário do hotel feito coletar “feedbacks” (meus amigos maldosamente insinuaram que ele estaria mesmo interessado em mim). Logo que ele deixou a mesa, ficamos tagarelando e entre conversas para saber por que o vinho era tão ruim (não consegui tomar) chegamos à conclusão de que o solo é cheio de urina e fezes e isso influencia no paladar. Depois deste e outras besteiras, veio uma sobremesa de cortesia para o Log provar. Ele estava animadíssimo dizendo que era uma delícia e perguntou de que era feita. O garçom começou a explicar que tinha isso e aquilo e “Salmonella” – nessa hora eu e a Shedia não agüentamos e caímos na risada. O Log parou de comer na hora... fomos buscar no seu “Tap” (correspondente ao iPad) o significado e vimos que era mesmo uma “gastrenterite causada pela bactéria Salmonela Indiana”. Choramos de rir. Final da semana em Bangalore.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-3171827483097692361?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/3171827483097692361/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/india-bangalore-16-21jan11.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/3171827483097692361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/3171827483097692361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2011/01/india-bangalore-16-21jan11.html' title='Índia, Bangalore – 16 a 21/jan/11'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-4731730343751982760</id><published>2009-12-01T05:48:00.001-08:00</published><updated>2010-07-29T05:12:07.212-07:00</updated><title type='text'>Novembro de 2552: estou na Tailândia!</title><content type='html'>Não estou no futuro, apenas do outro lado do mundo em um país predominantemente budista. O ano aqui é 2552, contado a partir do nascimento do primeiro Buda, Gautama. Sou recebida pela guia Suzana e solicito sua ajuda para resgatar uma caixa com 11kg que havia despachado de Manila com itens não mais necessários (roupas de trabalho, livros) para evitar pagar extra de bagagem (uma fortuna!) nos vários trechos aéreos que faria. Péssima idéia... não quero gastar meu blog para descrever as mais de 5 horas e os US$80 que perdi para conseguir resgatar a caixa, que incluem gorjetas gordas e inexplicáveis taxas, passando até por “aluguel” de carro com motorista autorizado a entrar na área de cargas, vais-e-vens entre prédios, coletando assinaturas de autoridades, enfim, um mau-começo que preferi esquecer e depois até rir, pois de nada iria adiantar acabar com minhas férias recém-iniciadas. E se não fosse a Suzana que acompanhou a saga e o paciente motorista, eu teria desistido... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espalhados pelo país estão mais de 300 mil templos budistas. Nas ruas passeiam os famosos “tuk-tuk”, meio de transporte com motor de moto (o nome tuk-tuk vem do barulho característico) muito utilizado em Bangkok e demais cidades. Muito bem preparada para receber turistas, com estradas amplas e uma segurança surpreendente – não há nenhum tipo de assalto ou violência - a Tailândia impressionou-me. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos arranham o inglês e o tailandês não se parece com nada, tem um alfabeto próprio. “Aprendi” algumas palavras básicas e me divertia com a guia e o chofer Chan quando “gastava” meu novo vocabulário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sauadi ka – bom dia&lt;br /&gt;Kokun ka - obrigado&lt;br /&gt;Sabaidi mai – como vai?&lt;br /&gt;Tip-tip – algo como “pouquinho” &lt;br /&gt;Chop dii – boa sorte (também utilizado para despedidas, já que dizer adeus não é muito comum aqui)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A guia Suzana não era uma típica tailandesa - ou o que seria esperado de uma mulher por lá: doce, submissa, de fala baixa. Eu só não ouvia a voz dela enquanto ela comia - acho. Ficou rouca ao final da viagem, incrível, mas de vez em quando ela tagarelava incessantemente no celular mais de 1 hora e meia, enquanto nos deslocávamos de um lugar a outro. Um coração de ouro, distribuía gorjetas para os necessitados, comprava oferendas e doava dinheiro em todos os templos em que paramos. Também me encheu de presentinhos, coisa que estranhei no começo. Mas tinha lido um pouco sobre a cultura dos tailandeses e, nesse quesito, ela pareceu típica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igualmente aos demais países do Sudeste Asiático pelos quais havia passado, a comunidade e a família são muito importantes na Tailândia. Ainda se paga o dote, cuja origem deve-se ao fato de que a esposa sempre vai morar com a família do marido (para depois cuidar dos pais dele quando idosos) e isto antigamente significava que os pais dela estariam perdendo uma trabalhadora do campo. O dote seria uma forma de “ressarcir” essa mão-de-obra. Comentário da guia: aqui, pouco importa que o marido (não vale para a esposa!) tenha amantes (claro que o dela não!), contanto que ele nunca deixe a família e a sustente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia do casamento é realizada em casa com nove monges e muita festa, com a participação de elefantes e tudo mais. A tradição manda que a família do noivo faça uma “procissão” até a casa do pai da noiva para pedir a mão dela e acertar o dote. Hoje em dia ainda existem casamentos arranjados, mas é mais aceito que cada um escolha seu companheiro, sempre com a autorização dos pais e da comunidade. Divórcios praticamente não existem e não são bem-vistos – quebrar o vínculo familiar e com a comunidade não é esperado na cultura asiática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversas especiarias, pimentas e leite de coco estão presentes na comida tailandesa. Gostei do sabor, mas naquela altura meu estômago já estava meio estressado para aceitar tantos temperos diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitei o campo de elefantes, e, logo ao entrar, alguns vieram para cima de mim esticando suas trombas. Fiquei meio preocupada com aqueles “bichinhos” se aproximando daquela maneira, mas acabei percebendo que na verdade buscavam cachos de banana ou bambus, vendidos aos turistas para alimentá-los (comem 200 kg por dia!). Fiz um outro passeio montada em um belo elefante, comprei umas bananas para ele e tirei foto com um filhotinho, tão bonitinho! Cruzei com um grupo de barulhentos italianos, enquanto me divertia com o cuidador do meu elefante que cantava o tempo todo, beeeeeem alto. Ele parecia um gondoleiro! Ao retornar, assisti a um espetáculo com vários elefantes e entreguei mais uma gorjetinha, que era “exigida” dos turistas pelas invasivas trombas, que os cutucavam nas arquibancadas após o show dos inteligentes animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inusitado mesmo foi conhecer a tribo das mulheres-girafa. O Governo de Chang Mai, juntamente com o da Tailândia, trouxe algumas famílias das tribos que ficam na fronteira com a Birmânia (Myanmar) e montaram um tipo de “centro turístico” onde se paga para poder acessar. Elas vendem seus artesanatos e produzem seus alimentos, enquanto ficam à disposição para fotos dos turistas. Não tem identidade nem podem deixar o local, a não ser na visita anual que fazem às suas famílias. Os guias juram que eles preferem essa vida, pois assim ganham algum dinheiro... não me pareceram muito felizes, para dizer bem a verdade. É no mínimo esquisito, mas não nego que foi o que mais me impressionou na Tailândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém sabe ao certo como surgiu a tradição de se colocar os anéis de ferro no pescoço das mulheres, na versão da guia as nascidas em lua cheia são consideradas princesas angelicais e, a partir dos cinco anos de idade, começam a colocar os anéis no pescoço, que pesam até 22 kg. Eu experimentei um “falso colar” (era só metade) e era bem desconfortável e pesado. Hoje em dia, acabam colocando os colares em todas as meninas, pois já virou atração turística. Mito ou verdade: se tirar os anéis, o pescoço prolongado quebra e a mulher morre. MITO! Isso tanto não é verdade que elas costumam tirar para limpar (raramente) ou viajar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a viagem, andei nos mais diversos meios de transporte: na tradicional carroça puxada a cavalos em Lampang, moto-taxi, carro puxado a boi (incluso no pacote, que mico!), balsa de bambu, triciclo movido a bicicleta, barquinhos, mas nada tão divertido quanto o passeio de tuk-tuk. O primeiro que peguei tinha um companheiro ao meu lado: um coelhinho de estimação, que logo veio me “cheirar” como se fosse um cachorrinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não poderia deixar de testar a famosa massagem tailandesa. Casas de massagem estão espalhadas por todos os lados – nos abordam nas calçadas oferecendo o “cardápio” de massagens – o preço é bem acessível, mas ainda assim o dobro do custo nas Filipinas e de qualidade infinitamente inferior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A profissão “mais antiga do mundo” é muito comum por lá, país turístico. Circulando em volta dos hotéis ou se misturando em casas noturnas que ficam ao lado das feirinhas de compras, as “meninas” tentam a sorte e sonham em encontrar um branquelo (os asiáticos valorizam muito a pele clara) que as leve embora do país para supostamente ter uma vida melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitei incontáveis templos, acompanhei a Suzana em diversas oferendas que fazia e tomei a benção de monges, que não podem tocar as mulheres (ou tem que se purificar depois). Interessante o templo dos macacos, que são considerados sagrados, pois diz a lenda que levavam frutas ao Gautama durante o período de iluminação. Os macacos brincam, correm, pedem “sorvete” aos turistas, pulam, caçam piolhos e dormem no chão quente. Não se restringem à área do templo: atravessam descuidadamente as ruas, penduram-se em postes e populam os prédios na vizinhança. Que arrelia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos até Chang-Rai, visitamos o triângulo do ouro (fronteira da Tailândia com Myanmar e Laos) – nome dado devido à troca de ouro por ópio. O rei da Tailândia (fotos da família real encontram-se por todos os lugares) criou um programa para acabar com o ópio na região, mas a antiga Birmânia não fez o esforço similar. Inclusive a criação da vila onde estão as mulheres-girafa próxima a Chang-Mai foi uma das iniciativas para que as tribos tivessem alternativa de renda que não a droga, mas agora turismo e artesanatos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz mais um passeio de barco e visitei a fronteira de Myanmar (Birmânia) e depois desembarquei em Laos, onde carimbei o passaporte e encontrei uma barraca com inúmeras garrafas de bebida com uma “conserva” especial: cobras, escorpiões e outros animaizinhos peçonhentos. O solitário vendedor queria me convencer a comprar aquilo, que mais parecia vitrine de laboratório de ciências. Claro que registrei tudo na minha máquina fotográfica. Argh!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segui o tradicional passeio turístico por mais uma feira de artesanatos em Laos e de lá seguimos direto ao aeroporto de Chang-Rai, quando me despedi do Chan e peguei um vôo de volta a Bangkok, acompanhada da Suzana. Seu marido, sensibilizado com o enjôo que a viagem no banco de trás provocou nela (eu fui à frente o tempo todo por esse mesmo motivo), presenteou-a com a passagem aérea para ela não ter que enfrentar mais 14 horas para retornar de carro, como sempre fazem os guias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trânsito da grande cidade de Bangkok recordava-me de São Paulo. Ficamos horas presos em um congestionamento até chegar ao hotel. Mesmo cansada, fui conhecer o Night Bazaar e, no dia seguinte, tomei um tour até o famoso mercado flutuante, com direito a um passeio de barco pelos canais da região. Comprei uma água de coco de um barquinho e depois almocei em um restaurante num bonito local, seguido de show de elefantes e de tediosas danças típicas tailandesas. De volta a Bangkok, fui jantar em Pat Pong, onde há outro Night Market circundado de casas de “luz vermelha”, que se misturam quase naturalmente ao mercadinho de artesanatos por onde todo tipo de turista passeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia em Bangkok visitei o templo do Grande Palácio Real que abriga o Buda esmeralda (feito de jade) – foi o único lugar lotado que passei. Tive que “alugar” um pareô para poder entrar, pois por questão de respeito à realeza, deveria usar calça comprida até os pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo brilha, folhas de ouro decoram paredes, portas, cúpulas e as fotos não captam a incrível beleza nem a grandiosidade do local. Click! Um turista chinês pediu para tirar uma foto comigo - foi o terceiro na Tailândia a fazer isso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o “grand finale” da viagem de férias. Retorno ao hotel e encontro-me com a guia Suzana, que me buscou no hotel para um almoço de despedida, deu-me mais alguns mimos e fez promessas de correspondermos futuramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, enfrentei mais dois vôos de 11 horas com conexão de 5 horas em Amsterdam para finalmente e saudosamente retornar ao Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chop dii!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-4731730343751982760?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/4731730343751982760/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2009/12/novembro-de-2552-estou-na-tailandia.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/4731730343751982760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/4731730343751982760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2009/12/novembro-de-2552-estou-na-tailandia.html' title='Novembro de 2552: estou na Tailândia!'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-7668688640737307449</id><published>2009-12-01T05:47:00.001-08:00</published><updated>2009-12-01T05:47:34.655-08:00</updated><title type='text'>Bali e seus templos hindus</title><content type='html'>Após uma tranquila viagem, chego à noite em Bali, na Indonésia. Ayu é o nome da guia que me acompanhou nessa ilha vulcânica de 5.692 m2 onde predomina o hinduísmo – que sofreu alguma influência da Índia. A vizinha Sumatra, recentemente afetada por um tsunami, tem maioria de muçulmanos, o que acaba causando conflitos e consequentes ataques terroristas em Bali. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui recebida por lindas dançarinas balinesas no Meliá Bali Resort, um show de luxo e bom gosto. Lembrei-me dos exagerados – e cafonas - hotéis da Disney, onde fiquei durante kick-offs da IBM, não pela beleza, mas pelo privilégio de estar em um lugar tão confortável e bem mantido. Claro que nem de longe essa é a realidade de Bali, até porque os resorts ficam em um “condomínio” e todos os carros são inspecionados (abrem até o motor) duas vezes antes de poder acessar qualquer hotel do conglomerado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte ouvi o primeiro “salamat pagui” (ou algo como isso), que quer dizer bom dia em Bali - engraçado que “salamat” nas Filipinas quer dizer “obrigado”. Descobri que estava em um tour exclusivo... achei que iria me juntar a um grupo, mas na verdade só tinha eu, a Ayu e o motorista. Pegamos as precárias vias de Bali e nos dirigimos rumo ao vulcão Grunung Batur, ao lado de um lago, parando em diversos templos hindus e também fábricas de artesanatos locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira vila que cruzamos, basicamente de artesãos, me surpreendi com tantas estátuas de Budas e imagens hindus que encontrava na calçada, uma ao lado da outra, praticamente sem espaço. Primeiro, achei que eram lojas, depois de ver tantas e nenhum vendedor, acabei perguntando à guia, que disse não se tratar de comércio. Baixinho, acabei perguntando se eram cemitérios (o que mais parecia) – mas graças a Deus ela não me ouviu e explicou que eram as CASAS dos balineses! Eles enchem de estátuas e templos para agradecer e fazer oferendas, toda casa em Bali tem ao menos um templo. Também há os templos do povo, que igualmente parecem ter “plantações” de estátuas. Estes são mantidos pelas comunidades – todos vão aos templos para limpar, levar oferendas e tem que pagar – e bem - os sacerdotes para qualquer cerimônia. Nascimento, casamento, aniversário do templo (eu tive a sorte de cruzar com duas “procissões” dessas) e outras, como a cerimônia de quando completam 15 anos e os balineses tem que limar os dentes para “purificar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em purificar, nos templos do povo há um local próximo a entrada onde fazem brigas de galos. Segundo a Ayu, isso é para afastar os maus-espíritos. Geralmente, as oferendas que levam aos templos são flores, frutas e podem até levar galinhas. Em alguns casos podem até matar animais, como porcos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Bali, como nas Filipinas, a família e a comunidade são muito importantes. A mulher quando casa (tem que casar!) vai morar com a família do marido para depois cuidar dos pais dele quando envelhecem. O da Ayu era de uma casta mais alta - ela pertencia a dos sudras ou escravos e ele da casta dos trabalhadores. Ela ganhou um “upgrade” – e é bem espertinha... disse que não queria se casar, que só o fez porque o costume obriga. Contou-me que o marido é feio e não é o tipo dela, mas ela se apaixonou pelo seu bom coração. Aí... ele pediu-a em casamento e pagou toda festa (também é costume pagar dote), além de subir a casta dela, então ela aceitou. Digamos que foi um bom negócio para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu havia lido um livro que contava um pouco sobre os balineses. De certo modo vivenciei a experiência da escritora na minha visita à ilha. Por exemplo, a Ayu estava sempre pronta para contar uma “história triste”, dizer “como ganha mal” (e é verdade), tudo que tem que pagar para os sacerdotes (disse que uma cerimônia fúnebre custa US$5mil – o que não acredito dado o nível de renda dos balineses ser incompatível com isso), fazendo “chantagem emocional” e dando indiretas para eu deixar um dinheirinho extra o tempo todo. Os turistas são importante fonte de renda e os balineses já aprenderam a fazer o jogo para conseguirem não só uma gorjeta mais gorda, mas quem sabe uma graninha para comprar uma casa, um carro, pagar um tratamento...  Também os produtos locais para turistas não tem um preço tão em conta como era de se esperar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo, senti pena porque acredito que realmente sejam explorados pelas agências (Ayu disse ganhar US$8 por dia de trabalho como guia, o que acreditei), ela trabalha em campos de arroz do marido, que possui uma pequena propriedade, enquanto não tem turistas para receber. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opcionalmente, quis fazer um passeio montada em elefante. Não tinha me dado conta de que o faria na Tailândia, acabei pagando uma fortuna, pois os elefantes vêm da ilha de Sumatra. Não era nada confortável aquela cadeirinha, mas o simpático “elephant keeper” me distraia com seu inglês muito bom e tirava milhares de fotos – claro, tive que agraciá-lo com uma esperada gorjeta ao final. Adorei a experiência, montei “em pelo” também. Os elefantes da Ásia não são tão grandes como os da África, pertencem à outra qualidade. Vivem aproximadamente 80 anos e infelizmente são muito explorados – trabalham mais horas e por mais anos do que deveriam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho de volta, resolvi experimentar uma fruta que tinha visto nas Filipinas, o durian. É da família da jaca e exala um odor fortíssimo. Para se ter uma idéia, os hotéis proíbem a entrada da fruta! Eu comprei de uma barraca na rua e lá mesmo comemos. Não é tão gostosa quando a jaca, em minha opinião, mas como tinha sobrado ainda uma parte, resolvi levar em uma sacola de plástico para o motorista. Péssima idéia... coloquei no carro e em dois minutos estava infestado! Tirei a fruta de lá e joguei fora na primeira parada logo depois, mas não adiantou. O fedor durou até o dia seguinte (pelo menos), quando subi no carro para ir ao aeroporto senti o potencial da fruta-gambá! Acho que o motorista queria me matar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No outro dia, visitei o grandioso templo-mãe que todos os balineses (hindus) devem conhecer. Fica espalhado em uma colina, subimos várias escadas no escaldante sol para explorar todas as partes. Valeu a pena! Acho que esse foi o mais bonito de toda a viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retorno no final da tarde ao hotel, visto meu biquíni versão “gringa”, registro minhas pegadas na areia e relaxo imersa no oceano Índico. Nenhuma onda, a não ser a de calor. Vi a tarde cair e deixei o ócio dominar. Um austríaco que buscava o sol e estava de passagem acabou sentando-se ao meu lado e jogamos muita conversa fora. Dia seguinte despedia-me dele e de Bali.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-7668688640737307449?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/7668688640737307449/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2009/12/bali-e-seus-templos-hindus.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/7668688640737307449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/7668688640737307449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2009/12/bali-e-seus-templos-hindus.html' title='Bali e seus templos hindus'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4141318426378932367.post-8287704056087509212</id><published>2009-12-01T05:23:00.000-08:00</published><updated>2010-07-29T05:25:12.012-07:00</updated><title type='text'>Cingapura: um sonho de consumo</title><content type='html'>Cingapura já impressiona desde o aeroporto. Essa ilha, ao contrário de muitas do sudeste asiático, caracteriza-se pela alta industrialização – a cidade é moderna, limpa, organizada, extremamente segura e preparada para receber turistas endinheirados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei a humilde Bacolod ao meio dia, não sem certa melancolia; à noite encontro-me sozinha em um grande quarto de hotel, diria até luxuoso. Cadê todo mundo? Onde vamos jantar? Que iremos fazer? Novamente tive que acostumar-me a estar sozinha, quase desaprendi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como faria apenas um “stop” na impressionante cidade, não poderia perder nenhuma oportunidade de conhecê-la. Já quase me entregando ao sono, decidi ir ao Clark Quay, uma região de bares e discotecas onde todos jovens – em sua maioria europeus expatriados – encontram-se, divertem-se, bebem... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomei um taxi e dei-me conta de que os carros, como na Indonésia, Tailândia e Inglaterra, tem a direção no lado direito; eu nunca olhava para o lado certo na rua antes de atravessar, que susto! O carro do simpático motorista tinha até um “globo” de luzes neon, tocava música no clima de disco e ele não parava de orgulhar-se da segura e civilizada jovem cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bares com motivos lúdicos, fontes exageradas, música marcando o passo e gente “bonita” por toda parte - os poucos cingapurenses que circulavam mostravam-se bem ocidentalizados em trajes sexys, saias curtas, prontos para a “azaração”. Meus olhos acostumaram-se rapidamente com o brilho das luzes como de uma cidade grande. Comi um cachorro-quente e tomei um refrigerante de maracujá ao lado de um bar que se chamava “Clinic”, cuja ambientação – pasme – era de hospital! Coquetéis em bolsas de soro fisiológico sendo sugados, cadeiras-de-rodas substituindo as cadeiras tradicionais. Que gosto mais esquisito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhando encantada pelos bares, fui “caçada” por uma cingapurense que quis me apresentar a uns alemães (lógico, pensou que eu era uma alemã também). Um despedia-se da cidade, seus amigos vieram de longe para aproveitar e festejar. Não escapei e tive que aceitar a oferta de um chopp, depois nos divertimos em uma pista de dança esfumaçada. Satisfeita com a “noitada”, retornei ao hotel e pouco tempo depois ouvi o som do despertador anunciando que era hora de acordar para fazer o “day-tour” que havia comprado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Cingapura falam-se vários idiomas: chinês, um dialeto do sul da Índia, malásio e inglês. Os chineses são maioria, 75% da população são descendentes deles, o que influencia demasiado a comida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos pelo bairro “Little India”, já decorado para festividades de final de ano hindus. As ruas de Cingapura também já promoviam o que tem de melhor – compras – em cenários de Natal – que acredito nem seja uma data importante para os locais, salvo pelas vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecemos o bairro chinês, onde visitei um templo budista e outro hindu. Passamos por várias ruas, dentre elas a luxuosa Orchad Road, onde imponentes Prada, Chanel, Dior e similares provocavam os consumistas mais abonados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cidade não há camelôs, pedintes ou ambulantes, mas eu tinha ouvido falar da excelente “street food”. Perguntei à guia e ela me explicou que, na verdade, há centros de comida “populares” cuidadosamente organizados e limpos, onde são vendidas as refeições a um bom preço. Experimentei o “fried chicken rice meal” por US$6, barato para os padrões locais, um saboroso prato muito consumido por lá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha rápida visita terminaria no final da tarde, porque já embarcava para Bali, meu destino por mais alguns dias. E é de lá que continuarei a narrar as minhas férias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4141318426378932367-8287704056087509212?l=giselemantovani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giselemantovani.blogspot.com/feeds/8287704056087509212/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2009/12/cingapura-um-sonho-de-consumo.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/8287704056087509212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4141318426378932367/posts/default/8287704056087509212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giselemantovani.blogspot.com/2009/12/cingapura-um-sonho-de-consumo.html' title='Cingapura: um sonho de consumo'/><author><name>Gigi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01491460404892393928</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_lBNVbfCJy34/SxQlXobzhKI/AAAAAAAAAAM/Z2I6tIteFwU/S220/Gigi+2008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
